sábado, 25 de fevereiro de 2012

Foutaises


O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, talvez um dos filmes franceses mais vistos dos anos 2000, cativa por vários motivos, entre eles coisas como: a fotografia, a atuação de Audrey Tatou e a narrativa. Mas uma coisa que se destaca no filme é a forma de apresentar o personagem.

Nos primeiros minutos do longa o diretor, Jean-Pierre Jeunet, realiza um jogo de imagem e narração expondo experiências e preferências da protagonista. Em poucos minutos já estamos familiarizados e até íntimos da jovem Amélie Poulain.

Como já foi dito, o curta-metragem é o território de experimentação da maioria dos cineastas e assim foi também com Jeunet. No curta abaixo o diretor usa pela primeira vez o jogo “Eu gosto disso, eu não gosto disso”, além de fazer referência ao longa-metragem que sucede esse filme, Delicatessen. No curta o esquema funciona tão bem quanto em Amélie Poulain.


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